a pessoa mais meiga do mundo , aquela que conquista todo mundo , sem se quer perceber , ela ama e as vezes esconde , tem os melhores amigos do mundo , ela os ama mais que tudo , dá a vida se preciso for por ele , é incrivel como eles consegue ter e fazer ela feliz , os melhores sorrisos são com eles , amor e amores , coisas do coração que eu nunca vou entender , sim ela sente falta de um amor que nunca acabou , continua nela , mais ela finge que tudo acabou , sendo que tudo lenbra ele , o grande amor da vida dela , agora ela tem amigos de verdade ao lado dela , e eles os subistituem como meu amigo diz " você tem melhores amigos , não se importe com amores não compreendidos " e é isso que ela segue , ela vive com os amigos dela , e é só isso que importa , é taum bom ter eles ao lado dela , ela é a pessoa mais incrível que eu conheço , ela sabe mais que qualquer outro , ela não quer um cara com dinheiro , mais um cara que sonha com ela todos os dias , ela quer uma pessoa que verdadeiramente quer estar ao lado dela , ela sempre sofre por coisas minimas , mais aprende com cada lágrima caída . Bom ela é realmente a pessoa que eu vivo dentro .
theme por umapequenapoeta + detalhes affectingyou




Suzanne
I'm perfect? I think not
Posted 24 May 2012, 1 day ago · 59 notes · Reblog
originally sn0bbish · via: viciante-como-drogas

(Source: jcheck)

Posted 24 May 2012, 1 day ago · 10,977 notes · Reblog
originally jcheck · via: chama-osmuleke

Felizes são os puros de coração os que tem cede de justiça os que pratica perdão os que buscam alivio paz e liberdação. Dina Di

Felizes são os puros de coração os que tem cede de justiça os que pratica perdão os que buscam alivio paz e liberdação. Dina Di

Posted 24 May 2012, 1 day ago · 29 notes · Reblog
originally a-renegada · via: chama-osmuleke
Costumávamos sereuevocê, sem espaços para limitações. Éramos chama e vela, o escudo e a espada. Lembro de quando ficávamos em uma tarde de chuva enroladinhos de baixo do cobertor, vendo os filmes bobos mas que no fundo, faziam sentido pelo menos para um de nós dois. Uma vez que estávamos andando por aí você me disse que acreditava em destino. Acreditava que quando éramos meninos tinha uma paixão vivendo dentro de nós. E foi essa mesma paixão que acendeu nosso amor. Foi essa paixão que fez o destino nos juntar, da forma inesperada e mais maluca possível. Por que até nas nossas inúteis discussões de individualidade a gente combinava bem, embora elas acabassem em duas semanas sem telefonemas, eu te amos ou carícias. Isso quando você não me calava com beijos na esperança de que isso fizesse cessar a briga. Lembro-me que quando eu dizia “você acha que com um beijo vai resolver isso?” você dava aquele seu sorriso maroto e respondia “se você tiver ideia melhor…” e o engraçado é que com beijos você achava mesmo que conseguiria apagar a discussão. E você conseguia, eu admito. Nunca fui forte para a bebida do amor. Um gole e ficávamos perdidos. Mas da mesma forma que você conseguia me fazer perder os pensamentos, conseguia me despertar de novo daquele modo que…Bom, você sabe. Eu costumava te conhecer, costumava conhecer seus gostos, seus desejos, seus devaneios. Seu capuccino tinha que ter leite, gostava de dormir enroscado. Gostava de beijos na orelha, de provocações. Você me conhecia direitinho, sabia me deixar fora de mim. Sabia me deixar corada, sem reação. Sabia que meu sorvete preferido era de baunilha. Sabia que eu era impaciente e adorava me fazer esperar só para ver minha tentativa dos dois minutos ‘estou brava com você’. Ficamos muito tempo juntos, e parecia que seria eterno, não parecia? Parecia que não tinha imprevistos no caminho, que com o passar dos dias a chama só ia subir. Só ia esquentar mais, que cada dia iriamos descobrir mais coisas. Mas afinal será que tudo o que aquece, esfria? Vai ver a gente não conhecia o amor direito. Vai ver a gente acendeu cedo de mais. Vai ver tinha que ter espaços para limitações. Costumávamos ser felizes, sermoseuevocê. Costumavamos ser para sempre. E hoje em dia somos eu, e você.
— Sarah S. (via quinzeparameianoite)
amemos:

O amor move o mundo. E ninguém vê isso.

amemos:

O amor move o mundo. E ninguém vê isso.

(Source: thisisourgod)

Posted 24 May 2012, 1 day ago · 25,611 notes · Reblog
originally thisisourgod · via: a-q-u-a-r-e-l-a
“Eu tive vontade de gritar, juro. Mas o medo de que ele não gritasse de volta calou-me.
17 cansativas horas dentro de um avião em meio à uma pseudo-tempestade, exausta, porém com medo demais para arriscar fechar os olhos. Como se deixando-os abertos me safaria de um dos milhões de desastres presos em minha cabeça. Disfarçadamente observava cada um dos que me rodeavam, meu vizinho de cadeira tinha feições bonitas, ah, como eram bonitas… Olhos verdes cor-de-esmeralda, bochechas mais rosadas que jambo, dedos finos e largos, cabelos negros puxados para o azulado. A mulher da fileira ao lado possuía um filho pequeno, de no mínimo uns dois anos aproximadamente. Dois anos de muitos gritos, esperneações e mimos, por quê diabos ela não dava logo um dramin para aquele moleque calar a boca? — Paciência, paciência, paciência — Repetia a mim mesma aguardando a santa hora em que aquela criança fecharia a boca. A senhora de uns sessenta anos que mais aparentava uns quarenta e cinco que ficava ao lado da mulher do filho pequeno dormiu a viagem inteira, como conseguia? Oh, queria eu ter esse poder. E por fim à minha frente, dois homens extremamente gordos, aparentemente da mesma família, não paravam de falar um segundo sequer, fiquei imaginando quantas bactérias haviam se soltado no ar apenas pela saliva desses dois homens loiros e gordos dos olhos azuis cor-de-mar — deduzi que deveriam ser alemães. Fechei os olhos por alguns segundos que mais pareciam eternidades, de fundo acalmei-me ao som de Hey Jude. Comecei a cantar o refrão de olhos fechados bem baixinho esperando que ninguém ouvisse e me taxasse como maluca. Poucos segundos depois ouvi uma voz vinda do homem de feições bonitas ao meu lado “Na, na, na, na na na na, na na na na… Hey Juuuuuude” — abri os olhos rapidamente e ao mesmo tempo não deixei de soltar um risinho baixo enquanto minhas bochechas se coravam ao mesmo tom das dele. “Então você gosta de Beatles?” — Juro que nunca ouvi voz tão suave e gostosa de ouvir quanto aquela. “Sim, adoro Beatles.” “Oh, então vamos ver… Seu preferido é o John Lennon?” “Ele mesmo, como sabe?” “Típico, ué.” “Errado. Não prefiro ele apenas por ser o mais conhecido, se é isso o que quis dizer, mas sim porque adoro os óculos, os cabelos aparentemente mais sedosos e, claro porque sou louca varrida por guitarristas.” — Ele riu e olhou para baixo envergonhado. “Me desculpe então, você me convenceu. Será uma grande advogada.” — Arregalei os olhos e entortei a cabeça para cima dando-me conta do quão alto ele era. “Como sabe que curso direito?” “Chutei” “Ok senhor das adivinhações, primeiro John Lennon e agora o que quero fazer da vida… Meus parabéns, você conseguiu tirar um pouco da minha atenção e me fazer esquecer dessas turbulências horrorosas lá de fora.” “Então você também tem medo de tempestades?” “Só quando estou dentro de um avião e consciente de uma certa probabilidade de erro do piloto que nos faça cair e morrer, deixando todos os nossos familiares chorosos e inconsoláveis.” “Se acalme moça, já ouviu dizer que o avião é o meio de transporte mais seguro que existe?” “Claro que já, mas isso é devido ao tempo mais curto que ele leva para chegar ao destino, não pela sua estrutura ou coisas do tipo.” — Deu de ombros e automaticamente abriu a janelinha e cutucou-me para que eu olhasse. “Acha isso tão feio assim? Olhe só o quão lindo é… Toda essa imensidão que nem metade temos ideia ainda.” — De uma forma estranha mas gostosa, acabei acalmando-me com a voz suave do rapaz e com a forma como lidava com sutilidade qualquer coisa que vinha à sair da boca. “Pensando por outro lado, realmente…” “Viu? não há o que temer, o que tiver de ser, será. Sem meios ou interrupções.” — abri um sorriso que ia de orelha à orelha. “Que sorriso bonito, você deveria sorrir mais.” “Obrigada.” — Constrangi-me e corei as bochechas novamente. Que saco, em pouco tempo já conseguiu tirar-me um sorriso e vários constrangimentos? “Então, o que te trouxe para dentro deste avião?” “O destino, quem sabe.” “Algo menos clichê, vai… Sei que você é capaz” — Sorriu. “Estou indo visitar alguém.” “Namorado?” “Não é bem namorado.” “Mas já foi?” “Não importa” “Ok… Eu estou indo visitar a minha mãe, obrigado por perguntar.” “Sério? Qual a idade dela?” “Setenta, setenta e qu… setenta e cinco, eu acho.” “Como não sabe a idade da sua mãe?” — soltei uma risadinha de deboche abrindo a boca exageradamente surpresa. “Até onde eu sei não está escrito em lugar algum ‘é obrigatório saber a idade da mãe, pai, irmão, gato, cachorro, papagaio, periquito, pr..” “Ok ok ok, já entendi, você não sabe a idade de ninguém exceto a sua.” “Não sou bom com números.” “Confesso que eu também não.” “Então… além de Beatles curte o que mais?” “Ah, tantas bandas. Nirvana, Guns, Metallica, Kiss.” (risos) “Kiss? Sério?” “Sério, curto algumas músicas só.” “Então vê se você conhece essa you’re in a laundry rooooooom, you’re in a laundry rooooom” — Começou a cantarolar tentando igualar a voz grave e linda de Kurt Cobain, soltei uma gargalhada que se brincar dava pra ouvir até a primeira fileira do avião. “Não vale, esperava alguma do Kiss, mas prefiro muito mais Nirvana.” “Ah, não vale… pensei que você fosse falar que não conhecia” “Sappy não é tão desconhecida assim.” “Mas não é como Come as you are ou Lithium.” “Que seja.” — Fechei os olhos novamente e um silêncio de uns dois minutos tomou conta de nós. “Você tem que saber que, se chegar mais perto eu não vou te largar” — Me assustei e arregalei os olhos novamente sem entender o verdadeiro significado daquilo. Como assim? Só tínhamos conversado por umas duas horas ou nem isso, como ele me soltaria uma dessas tão rápido? Que cafaj… “O filme, é claro! Como pude esquecer, já assisti milhões de vezes, sei de cor e salteado as falas.” “Sério? Eu também.” — Olhou-me nos olhos fixamente por três ou quatro segundos e deu um risinho de canto de boca, desviou o olhar para o teto e diminuiu a luz. “Que viagem cansativa não é?” — Ele respirou fundo e soltou um suspiro alto. Arrisquei olhar seus belos traços durante o tempo em que havia fechado os olhos verdes e hipnotizantes. Como conseguira ser tão belo assim? Deveria ser filho de Afrodite ou coisa do tipo… Ri e lembrei-me que talvez ter lido Percy Jackson durante a juventude não tenha sido uma boa ideia. “Sim, não vejo a hora de descer e sentir terra firme tocando meus pés.” “Acalme-se, faltam apenas três horas.” “Mas já? Não creio…” — Eufórica verifiquei o relógio. Realmente faltavam três horas e nenhum minuto a menos! Que alegria. “Sabe, não estou indo visitar um namorado, nem ex-namorado ou afins. É só um amigo que não vejo há muitos anos, um amigo que me trás ótimas histórias para contar.” “Paixão de juventude?” “Exatamente.” “Entendi. Também não estou indo visitar minha mãe, ela já está longe de mim há muito tempo. Estou indo a trabalho, só não quis parecer muito chato e ‘certinho’.” “Ah ta…” “Ele que te ensinou a gostar de Beatles?” “E Nirvana, Guns, Kiss… Sexo sem compromisso e direito.” “Que sorte a dele.” “Por que diz isso?” “Ter conseguido formar alguém tão inteligente e tão… tão original como você. Sem contar que pra fazer alguém passar vinte e duas horas dentro de um avião ao lado de um cara chato e sem papo tem que ter amor pra dar e vender.” — Olhou para mim observando minunciosamente cada traço do meu rosto. “Perdeu alguma coisa?” “Oi? Não… Desculpe.” — Dei um risinho. “Tô brincando.” “Já te falaram o quanto seu perfume é bom?” “Já sim, obrigada.” “E o quanto seu sorriso é lindo?” “Já.” “Quem?” “Você.” — Abriu um sorriso, me fez sentir o cheiro bom que ele tinha também. Eu não podia me apaixonar, não podia. O quão isso era errado de zero a dez? mil, eu acho. “Dez.” “De-dez o quê?” “Dez o tamanho da vontade que eu tenho de poder te ver depois disso aqui. E eu sei, me desculpe… Sei que com certeza você está indo visitar esse tal alguém a fim de ver se ainda sente algo adormecido por todo esse tempo. Me desculpe.” “Não se desculpe, sei o que está sentindo.” “Sabe?” “Sei.” “Me desculpe.” “Já pensou se eu cobrasse por cada ‘me desculpe’ que você me pedisse? Já tinha ganhado uma boa grana” — Ele sorriu timidamente e fechou os olhos. “Feche seu cinto, o avião já vai descer.” “Hã? Mas…” “Tudo bem, eu te acho, te procuro, a gente se esbarra qualquer dia num café na esquina de casa, quem sabe.” “É… quem sabe.” — Com os olhos ainda fechados deu um sorriso largo, sem mostrar os dentes esbranquiçados que tomam conta daquela boca pequena e avermelhada, tão linda… ah, tão linda… Desci e apreciei a terra firme, olhei em volta e o vi desaparecendo em meio a neblina. Eu tive vontade de gritar, juro. Mas o medo de que ele não gritasse de volta calou-me.
Isabela Z.   (via frasesmalfeitas)

(Source: psycho-insane)

Posted 22 May 2012, 3 days ago · 145 notes · Reblog
originally psycho-insane · via: amand-0